Pesquisador lança livro sobre a genealogia de

Baltasar Fernandes na Câmara de Sorocaba

 

 

O pesquisador Luiz Antônio Alves (o primeiro à esquerda de quem olha)

 

Em sessão solene da Câmara Municipal de Sorocaba, às 19h30 de terça-feira, dia 19, o pesquisador Luiz Antônio Alves fará o lançamento de "Baltasar Fernandes - Genealogia", que trata dos descendentes do fundador de Sorocaba, localizados em grande número nos Estados do Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, além, obviamente, do Estado de São Paulo.

O volume, de quase 300 páginas, em formato grande, faz parte de uma extensa obra genealógica que o autor tem trabalhado nas duas últimas décadas.

Seu ponto de partida foi uma pesquisa sobre os descendentes do Cacique Tibiriçá, espalhados por vários estados brasileiros e relacionados no livro "A Grande Nação" (EST, 2003, Porto Alegre).

Ampliando o trabalho inicial, o autor produziu uma coleção de 52 volumes em grande formato, na qual aborda o primitivo povoamento do território rio-grandense, com o título "Memorial Açoriano" (HG, 2007, Caxias do Sul).

Em Baltasar Fernandes - Genealogia, Alves, que também é historiador e economista, sustenta que as relações São Paulo/Rio Grande do Sul são mais profundas do que se imagina. Troncos familiares que se unem em várias gerações, dão um toque especial na brasilidade latente que une regiões e estampam uma identidade nacional. Sorocaba, com os Tropeiros, se aproxima do Sul com a História, a Cultura, a Arte e a Genealogia.

O lançamento do texto sobre Baltasar Fernandes tem o apoio da Academia Sorocabana de Letras, da qual o autor é Sócio Correspondente em Caxias do Sul.

O escritor será recepcionado no plenário da Câmara pelo presidente do Legislativo, vereador José Francisco Martinez, e apresentado aos presentes pelo jornalista Sérgio Coelho de Oliveira, que prefaciou o trabalho.

Em seguida, o escritor falará sobre o fundador de Sorocaba e seus descendentes e fará entrega de exemplares do livro às principais bibliotecas abertas ao público em Sorocaba que estiverem presentes à solenidade.

Não haverá venda de livros. Em razão do peso de cada volume, o genealogista só pode trazer consigo uns poucos exemplares.

Alves, que deu novas dimensões quantitativas e temporais à pesquisa genealógica no país, com o “Memorial Açoriano”, é devoto do Divino Espírito Santo e grande apreciador das festas do Divino, um dos mais importantes ligados culturais dos habitantes dos Açores à cultura brasileira.

 

ASL